quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Atividade da faculdade de Pedagogia EAD. Disciplina "Arte - Educação".


  PLANO DE AULA
TEATRO INFANTIL


TÍTULO:
A MENINA QUE ODIAVA LIVROS


Colégio Maria Bonita
Ensino Infantil 4º Bimestre
Disciplina: Artes
Tema : O Ensino do Teatro nas Séries Iniciais






Professora: Luciana de Paula Ferreira                       Turma: 5º Ano           
Data: 16/09/2015                                           Carga Horária: 50 min.

Conteúdo: A paixão pela leitura.

Objetivo: Desenvolver a imaginação; aumentar o vocabulário; proporcionar recreação educativa; estimular o espirito de equipe; exercitar a memória.

Incentivação: Vídeo com a história a ser trabalhada.

Público Alvo: Turma do 5º ano.

Metodologia: Trabalho em grupo; Vídeo aula; Dinâmica; Aula prática.

Recursos Didáticos; Notebook; Projetor; Fotos Ilustrativas; Folhas impressas contendo a história da peça e o material a ser usado.

Desenvolvimento:
Colocar os alunos para assistirem a animação da história a ser adaptada; duração de 10 minutos;
 Distribuir as folhas com a historinha, deixá-los debaterem com os colegas como organizar a peça, quem farão os personagens, quem ficará na retaguarda, arrumando o cenário, divulgando e quem serão os responsáveis pela confecção dos convites a serem destinados aos familiares; com duração de 30 minutos;
Comunicar à classe que a tarefa de casa será dividir em grupos, estudar o impresso com a história para começar os ensaios, trazer na próxima aula os materiais a serem usados; com a duração de 10 minutos finais para organizarem os grupos.

Avaliação: Analisar: a dedicação de cada um, o capricho na montagem do cenário, a criatividade das vestimentas escolhidas por eles, a capacidade de improvisar e o espirito de equipe.





Referências Bibliográficas:

ESTRUTURA DO PLANO DE AULA. Disponível em: < http://ead.uemg.br/mod/resource/view.php?id=3836>. Acesso em: 16 set. 2015.

MODELO DE PLANO DE AULA. Disponível em: < http://ead.uemg.br/mod/resource/view.php?id=11450> . Acesso em: 16 set. 2015.


PROJETO TEATRO NA ESCOLA. Disponível em: < http://saladeleiturajf.blogspot.com.br/2012/06/projeto-teatro-na-escola-6-ano.html>. Acesso em: 16 set. 2015.


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Atividade da Faculdade de Pedagogia UEMG-EAD

PESQUISANDO A REALIDADE BRASILEIRA

Professora: Maria Esperança de Paula.


As 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE)

Por meio de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011 e do Anuário Brasileiro da Educação Básica de 2013, elaborado pelo movimento Todos pela Educação, O GLOBO listou as 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e seus principais desafios para a próxima década, como o de alocar 10% do PIB na Educação e o de matricular 3,2 milhões de crianças e adolescentes que ainda estão fora da escola.

Meta 1
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos
Em 2011, 81,7% das crianças de 4 e 5 anos estavam matriculadas na Pré-Escola. Segundo dados do Pnad 2011, mais de um milhão de crianças nessa faixa etária ainda estão fora da escola. Por outro lado, das que tinham de 0 a 3 anos, apenas 22,95% frequentavam as escolas. A matrícula para esse grupo não é obrigatória.

Meta 2

Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda população de 6 a 14 anos
O Ensino Fundamental teve em 2011 a taxa líquida de matrícula de 92,4% das crianças de 6 a 14 anos, fazendo com que muitos especialistas considerem que a modalidade já está universalizada. No entanto, pelos dados do Pnad 2011, 539,7 mil crianças ainda não frequentam as salas de aula.

Meta 3

Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária
Cerca de 80% dos jovens entre 15 e 17 anos frequentam as escolas, embora apenas 52,25 destes estejam no Ensino Médio - a distorção idade-série é o maior problema a ser enfrentado nessa modalidade de ensino. Além disso, segundo o Pnad 2011, 1,6 milhão de jovens nessa faixa etária estão fora da escola.

Meta 4

Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complem
Entre 2010 e 2011, houve um aumento de 15,3% na taxa de matrículas de crianças na Educação Especial. No mesmo período, entretanto, caiu em 11,2% o número de alunos em escolas especiais. Segundo o MEC, 78% dos alunos com algum tipo de deficiência estão matriculados na rede pública de ensino.

Meta 5

Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade.
Apenas 44,5% dos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental apresenta proficiência adequada em leitura, de acordo com os resultados da segunda edição da Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização, a Prova ABC. O teste foi aplicado no final de 2012 a 54 mil alunos de 1,2 mil escolas públicas e privadas de todo o país. A partir deste ano, o MEC substituirá a Prova ABC pela Avaliação Nacional da Educação (ANA), um dos eixos do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pronaic).

Meta 6

Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) aluno(as) da educação básica
Pelos dados do MEC, as matrículas na Educação de Tempo Integral representam 5,8% do total de alunos no Ensino Fundamental. Os esportes respondem por 65% da frequência na grade curricular das escolas de tempo integral.

Meta 7

Fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem
O fluxo escolar é medido pelos índices de aprovação, reprovação e abandono em um ano letivo. A reprovação é um dos principais problemas na Educação Básica, com taxas girando em torno de 10% no Ensino Fundamental e 13% no Ensino Médio. O abandono ficou em 2,8% no primeiro, e 9,5% no segundo. Já a taxa de distorção idade-série, que mede a quantidade de alunos matriculados em séries inferiores ao adequado para suas idades, caiu tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. No primeiro, ela passou de 23,6% para 22,9%. No segundo, caiu de 34,5% para 32,8%. 

Meta 8

Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional
Em 2011, a escolaridade da população de cor branca de 25 anos ou mais alcançou a média de 8,3 anos, enquanto que a população de cor negra da mesma faixa etária ficou com apenas 6,4 anos. No entanto, há desigualdade inclusive numa mesma faixa de escolaridade: entre os que estudaram 10 anos ou mais, os brancos têm um rendimento médio de R$ 798, enquanto os negros acumulam somente R$ 586,10.

Meta 9

Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até o final da vigência do PNE, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional
Em 2011, cerca de 8,4% dos brasileiros com 15 anos ou mais não sabiam ler e escrever.

Meta 10

Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos (EJA) na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio
O setor enfrenta uma queda contínua de matrículas. De 2007 a 2011, o país perdeu 18.893 das 166.254 turmas de EJA, ou seja, uma queda de 18,9%.

Meta 11

Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no setor público
Diferentemente do EJA, o ensino técnico está em tendência de expansão no país. Entre 2005 e 2011, subiu de 8,2% para 14,9% o número de cursos técnicos sobre o total verificado no ensino médio regular, totalizando 1,2 milhão de alunos.

Meta 12

Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público
De 1995 a 2011, a taxa líquida de matrículas no ensino superior da população entre 18 e 24 anos passou de 5,9% para 14,9%.

Meta 13

Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores
Em 2011, havia no Brasil 39.220 mestres e 11.314 doutores titulados, segundo dados do GeoCapes.

Meta 14

Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores
Pelos dados do GeoCapes, cresceu em 10% o número de estudantes titulados na pós-graduação entre 2010 e 2011.

Meta 15

Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de vigência deste PNE, a política nacional de formação e valorização dos profissionais de educação, assegurando que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam
Cerca de 25% dos mais de dois milhões de docentes na educação básica ainda possuem, no máximo, o ensino médio ou magistério.

Meta 16

Formar em nível de pós-graduação 50% dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino
Na educação básica, cerca de 75% dos professores têm, no mínimo, ensino superior completo.

Meta 17

Valorizar o magistério das redes públicas da educação básica, a fim de aproximar o rendimento médio do(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o sexto ano de vigência deste PNE
Dos mais de 2 milhões de professores na educação básica no Brasil, cerca de 18% dão aula em duas unidades escolares, e 78% lecionam em apenas um estabelecimento.

Meta 18

Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os(as) profissionais da educação básica pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do art. 206, VIII, da Constituição Federal
Em vigor desde 2008, a Lei do Piso para o magistério ainda não é cumprida sete estados do país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Outras 14 unidades da federação não obedecem integralmente a norma, que estabeleceu em 2012 um salário de R$ 1.451 como piso nacional.

Meta 19

Assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública e à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto
Cerca de 48% dos municípios do Brasil não possuem uma secretaria exclusiva para a Educação.

Meta 20

Ampliar o investimento governamental em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no quinto ano de vigência deste PNE e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio
Em 2011, apenas 5,3% do PIB foi destinado ao setor. O projeto de lei, que destina 75% dos royalties do petróleo para a Educação e 25% para a Saúde, deve ser votado nesta semana no Senado. Em diversos momentos, o MEC afirmou que sem a aprovação do texto, a meta de 10% do PIB para a área não poderá ser cumprida.
Fonte: http://infograficos.oglobo.globo.com/sociedade/educacao/as-20-metas-do-plano-nacional-de-educacao-pne-/meta-20-3714.html#description_text

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Atividade da Faculdade de Pedagogia EAD
UEMG – FRUTAL –MG – TURMA 02
Atividade06: BLOG - Políticas Públicas Educacionais.

  •  A mudança no Ministério da Educação, ocorreu com a saída de Cid Gomes, após uma discussão com deputados na sessão da câmara, o conflito maior foi com Eduardo Cunha do PMDB-RJ que o acusou de mal-educado.  Conforme pronunciamento da Presidenta Dilma Rousseff no dia 27 de março de 2015, o novo Ministro da Educação passou a ser  o Professor Renato  Janine Ribeiro, professor aposentado  da Universidade de São Paulo (USP), e sua posse ocorrerá no dia 06 de abril de 2015.

  •  A secretaria de Educação do estado de Minas gerais, tem como função,cuidar da educação garantindo um futuro melhor e promissor tanto para as crianças, jovens e adultos da cidade criando cidadãos aptos para as modificações que vem ocorrendo no mundo de forma acelerada. Funções a exercer: reduzir as desigualdades regionais, promovendo uma igualdade de oportunidades, de acordo com todas as diversidades culturais das comunidades, por isso é necessário  ações como: dirigir, planejar, executar,  manter o controle e fazer avaliações das ações setoriais, que são desenvolvidas pelo estado em relação da oferta da educação pública.

  •  O secretário da Educação de minha cidade, Frutal – MG, é o senhor José Luiz de Paula e Silva, aonde são desenvolvidos muitos projetos como:
  1.   CURSO DE LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais – para cursos de formação de professores entre outro.
  2.  CURSO DE BRAILLE: Capacitar professores e gestores para que possam identificar e atender às necessidades educacionais de alunos cegos ou com baixa visão, presentes em classes comuns do Ensino Regular.
  3.   DOADOR DO FUTURO: Tem como objetivo despertar crianças e jovens para a importância e necessidade da doação voluntária de sangue, de forma consciente e responsável, tornando-os parceiros multiplicadores das informações recebidas e cidadãos cientes da sua responsabilidade na manutenção do estoque de sangue e hemocomponentes.
  4.   EDUCAÇÃO PARA A PAZ: Este programa é um pacto de cooperação entre diversos segmentos da sociedade, apoiado pela Secretaria Municipal de Frutal. Sua missão é mobilizar a comunidade para ampliar a compreensão sobre a violência, buscando ações integradas e cooperativas para a construção de uma nova cultura de paz. Desenvolvido nas escolas municipais e em duas escolas estaduais,
  5.  XADREZ NA ESCOLA: A Secretaria Municipal de Educação implantou o Projeto Xadrez nas Escolas, visando estimular a concentração, a reflexão, levando o aluno a decisões conscientes, o que representará sensível avanço no seu desempenho escolar.Em sua primeira fase, foram capacitados os educadores multiplicadores e posteriormente o programa se estendeu a alunos da Fase III e Fase IV e de 5ª a 8ª série.
  6.   BOM DE BOLA, CRAQUE NA ESCOLA: Tem como objetivo estimular o esporte, o espírito participativo, aprimorando o sentido de liderança e perspicácia dos alunos, auxiliando na construção de cidadãos mais conscientes e participativos. O mesmo acontece uma vez ao ano.
  7.   EXPOCIÊNCIA:Este projeto atende às necessidades dos alunos, incentivando-os a desenvolver atividades experimentais, compreendendo cada etapa do trabalho desenvolvido em sala de aula.Sua culminância – a EXPOCIÊNCIA – tornou-se uma grande oportunidade para os educandos, pois eles apresentam seus experimentos, explicando sua elaboração e aplicabilidade. Escola e Comunidade juntas comprovando como a Ciência e a Tecnologia facilita as nossas vidas.
  8.  PROJETO PÁTRIA AMADA: Com o resgate das paradas cívicas de sete de setembro, comemorando a Independência do Brasil, com o trabalho de conscientização e propagação da cidadania nas escolas municipais, este projeto tem alcançado êxito, considerando inclusive a reativação das tradicionais fanfarras frutalenses.
  9.   OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP) / OLIMPIADA BRASILEIRA DE LINGUA PORTUGUESA / OLIMPIADA BRASILEIRA DE ASTONOMIA E ASTRONAUTICA (OBA).
Além de projetos feitos em parcerias com outras secretarias.

  •  Bom, eu jamais me envolveria em política, pois no nosso país é um caos a ala política, mas como me perguntaram o que eu faria se fosse uma Secretária da Educação, eu desenvolveria projetos mais voltados a comunidade carente, como esportes e cultura num geral, e outros projetos destinados a toda comunidade, sempre voltado à melhoria da educação e o crescimento intelectual dos estudantes, e o mais importante de tudo é o acompanhamento de perto da continuação  desses projetos, verificando sua eficácia e o grau de aceitação.








segunda-feira, 27 de abril de 2015


Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES


A sigla CAPES significa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Trata-se de uma agência governamental, vinculada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), que tem como objetivo promover a expansão, consolidação dos cursos de pós-graduação stricto sensu, ou seja, dos cursos de mestrado e doutorado, em todo o país. É a CAPES que autoriza a abertura de novos cursos de pós-graduação, e avalia os cursos em funcionamento periodicamente.
A CAPES foi criada em 1951, no início do segundo mandato de Getúlio Vargas, com o nome de “Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior”, com a finalidade de promover a especialização de uma maior quantidade de pessoal, com qualidade. A necessidade de um maior número de profissionais especializados foi consequência do projeto de construção de uma nação industrializada e desenvolvida.
Anísio Teixeira  foi secretário-geral da CAPES nos primeiros anos da instituição. A implantação do Programa Universitário, a concessão de bolsas de estudo, o apoio a eventos científicos, o estímulo de intercâmbio e cooperação entre instituições e a contratação de professores estrangeiros (visitantes) estão entre as ações da CAPES já em 1953.
Em 1981, a CAPES assumiu a incumbência de coordenar a avaliação da pós-graduação no país, o que fortaleceu seu papel. A Política Nacional de Pós-Graduação é formulada, acompanhada e executada pela CAPES com competência.
Sua importância se evidencia em 1990, quando por meio da Medida Provisória nº 150 (de 15 de março de 1990), o Governo Collor extingue a CAPES. A mobilização das pró-reitorias de pesquisa e pós-graduação das universidades, com o apoio do Ministério da Educação, reverteu a medida, que nem chegou a passar por votação no Congresso Nacional. A Lei nº 8.028 de 12 de abril de 1990 recriou a CAPES.
Atualmente, as principais linhas de ação da instituição, desenvolvidas por meio de vários Programas, são:
- Investimentos na formação de recursos de alto nível no país e exterior – por meio de Bolsas de Pós-graduação nacionais ou internacionais, e de Programas de Fomento aos Cursos de stricto sensu;
- Avaliação da pós-graduação stricto sensu – São avaliadas as propostas de novos Cursos de Pós-graduação stricto sensu e os Programas de Pós-graduação stricto sensu (anualmente e trimestralmente). A avaliação dos Programas serve de subsídio para a renovação do reconhecimento, pois na avaliação é atribuída uma nota (entre 1 e 7) a cada Programa.
- Acesso e divulgação da produção científica – a CAPES disponibiliza o acesso a produção científica do país e do mundo, e divulga a produção científica nacional por meio do Portal de Periódicos, onde textos, resumos e documentos selecionados de Revistas Científicas e Bases de Dados;
- Promoção da cooperação científica internacional – Por meio de acordos bilaterais entre programas brasileiros e estrangeiros (financia missões de professores no exterior e bolsas de estudos para intercambio de alunos) e parcerias universitárias binacionais (aproximação curricular, reconhecimento mútuo de créditos).
Como resultado das avaliações, a CAPES publica anualmente uma classificação dos artigos e eventos de cada área do conhecimento, atribuindo a cada caso (Revistas ou Anais de Eventos), um “indicativo de qualidade”, no qual o mais qualificado é o A1, seguido pelos seguintes: A2; B1; B2; B3; B4; B5 e C, sendo que o último tem peso zero. O sistema Webqualis disponibiliza para consulta a classificação de periódicos, anais, revistas e jornais.

Fonte:http://www.infoescola.com/educacao/coordenacao-de-aperfeicoamento-de-pessoal-de-nivel-superior-capes/