terça-feira, 26 de agosto de 2014

TRABALHO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA  -  UEMG 

EAD  -  POLO FRUTAL

 

ENTREVISTA COM UMA COORDENADORA PEDAGÓGICA

A maior parte dos alunos é de uma estrutura de classe  baixa, vindas de famílias carentes que na sua maioria precisam da ajuda do governo, com a bolsa família e muitas dessas famílias mantém seus filhos estudando para garantir esse benefício.
A escola conta a ajuda de movimentos sociais como: órgãos filantrópicos e igrejas e promove festividades como as festas juninas, atividades cívicas, envolvendo a participação dos pais nos conselhos de classe escolar com funções consultivas e deliberativas.
 A comunidade contribui com apresentações de danças, pratos culinários e muitas outras coisas que trazem para somar nas festividades. 
No que diz respeito as crenças religiosas, cada qual é respeitado na sua individualidade. Todos na escola tem sua voz e vez, não tendo nenhum tipo de preconceito quanto às diversas diferenças sociais e próprias. 
A enturmação é heterogênea, com as diferentes dimensôes sóciocultural, econômicas, inter-raciais e de gênero, buscando as capacidades múltiplas dos educadores para atender a todos.


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Essa atividade nos pede para apontar situações do cotidiano da escola, que já vivemos ou já vimos, Com base nos slides do livro: A vida na escola e a escola da vida e assim eu deixo aqui minhas lembranças e observações:

NINGUÉM ESTÁ CONTENTE COM A ESCOLA: Muitas memórias, pois todos reclamavam de alguma coisa, e sempre ou quase sempre achavam problemas aonde realmente existia e também aonde não havia, reclamavam de tudo, dos professores, do material didático que uns achavam que deixava a desejar e outros que era muito puxado para a idade, reclamavam dos valores cobrados em datas festivas, também valores dos objetos pedidos na lista, enfim reclamações de todas as ordens e na maioria das vezes sem nenhuma solução.    
OS PROFESSORES SE SENTEM CANSADOS E FRUSTADOS: Esta frase é a mais complexa de todas, pois a classe pedagógica, desde a minha infância e até nos dias atuais, é a profissão mais desvalorizada existente, os professores ensinam, educam e formam os alunos, muitos destes, no futuro são os que elaboram ou nada fazem para mudar as leis absurdas e vergonhosas, tirando toda a integridade e vontade de ser professor. Um salário de fome e de total falta de reconhecimento da profissão, o que provoca muitas vezes o total desamino da profissão. Sem falar que naquela época, podia se observar professores maus preparados para a aplicação das matérias necessárias e quando preparados às vezes se viam sem materiais didáticos necessários e ainda com a sensação de solidão em relação à resolução dos problemas.

OS ALUNOS SENTEM QUE A ESCOLA NÃO FOI FEITA PARA ELES: Quando comecei a estudar aconteceu exatamente isso comigo, saí daquela vida de proteção, para um mundo novo, fui curiosa para ver o que me esperava e de cara me vi numa sala de aula cheia de crianças, me senti feliz, até a chegada da professora, uma turca, de cara bem feia e muito séria e brava, nossa, meu mundo caiu, eu tinha pesadelos toda noite, acordava gritando, até que meu pai entendeu que eu realmente não queria ira para a aula porque estava traumatizada, então me retirou da escola e comecei no ano seguinte, com uma professora que parecia uma benção e tudo deu certo.

A ESCOLA É VISTA COMO UMA ESCADA: O estudo é forma mais digna de um futuro melhor, tive e sempre passo esse pensamento para meu filho.

A LEI DIZ QUE A ESCOLA EXISTE PARA TODOS: Sim, diz, hoje até acredito que a maioria tem esse pensamento, mas no passado já conheci famílias que não pensavam assim; lastimável.

SERÁ QUE OS POBRES SÃO MENOS CAPAZES? Acho que muito pelo contrário, ver o sucesso dos outros sempre  impulsiona a querer aprender.

A CULPA DO FRACASSO É DA CRIANÇA?, DA FAMÍLIA?, DA POBREZA?, DAS DESPESAS?, DA PROFESSORA? OU DE COMO A ESCOLA TRATA A CRIANÇA POBRE? Por muitas vezes presenciei a desistência de crianças no decorrer dos estudos, agora posso ver com mais clareza que os motivos na verdade são os mesmo que os de hoje, crianças desajustadas em seus lares, com problemas que não deveriam estar passando naquela fase e isso sempre prejudica seus desempenhos. Sem falar daquelas que enquanto deveriam estar somente estudando, tem que trabalhar para ajudar em casa. E também infelizmente ainda existem maus profissionais, que tratam com diferenças os ricos dos pobres.

A ESCOLA É A MESMA PARA TODOS? Acho que não, na minha época até que era bem balanceado, mas nos dias de hoje é bem grande a diferença, tanto no material didático, como no modo que o mesmo é usado e tanto na qualidade cultural, que infelizmente presenciamos e escutamos falar sobre drogas em escolas, policiais sendo chamados para crianças, um absurdo, por isso tantos pais se desdobram para colocar numa escola particular, na esperança de existir uma diferença, que nem sempre existe.

NINGUÉM SABE PARA QUE SERVEM AS COISAS QUE A ESCOLA ENSINA: Tenho muitas lembranças dessa frase, aprendemos tantas coisas que nunca vamos usar na vida real e ficamos com vontade de entender melhor o que gostaríamos de saber mais.

PARA AS CRIANÇAS DA CLASSE MÉDIA A ESCOLA É UM PROLONGAMENTO DE CASA: É perceptível essa diferença sim, porque uma criança que provém de uma vida com melhor poder aquisitivo, tem uma maior oportunidade de ajuda familiar e também a condição de ter uma ajuda tecnológica mais avançada, mas por outro lado também presenciamos que quando uma criança quer realmente aprender, ela corre atrás, em lan house, bibliotecas e afins.

COMO MUDAR A ESCOLA? A única maneira de mudar a escola é mudando a nós mesmos, tendo maior consciência política e social, abrindo os olhos para os abutres que entram no poder para nos representar e simplesmente representam a eles mesmos. Somente um governo sério e disposto realmente em investir na educação, mostrando que esse é o único caminho para o desenvolvimento de um país e tirando as crianças das ruas, é que vamos mudar a escola e todos que tem o direito a ela.

LUCIANA DE PAULA FERREIRA

Referência:
CECCON,Claudius; OLIVEIRA, Miguel Darcy de; OLIVEIRA, Rosiska Darcy de.
 A vida na escola e a escola da vida, 24ª ed., Instituto de Ação Cultural (IDAC), 1982.


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

ESCOLA MUNICIPAL GOMES DA SILVA

EDUCAÇÃO INFANTIL - 5 ANOSPROFESSORA: ALEXANDRA MACHADO NUNES

FRUTAL - MG

ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Na chegada as crianças vão para o pátio e em fila, cantam músicas, (2ª feira) o hino nacional e nos demais dias, músicas infantis, depois fazem uma oração antes de subir para a sala de aula.
No começo da aula a professora canta com eles uma música de "Boa Tarde Professora" e depois fazem a leitura do alfabeto e leitura de cartazes. A seguir corrige-se as tarefas do dia anterior e carimba os trabalhos feitos. Feito isso, aplica-se a tarefa do dia, colando no caderno, e verifica-se as agendas, a fim de ver se tem algum recado dos pais. Começa então o aprendizado do dia, explicando no quadro e oralmente a matéria, os alunos copia o cabeçalho, exposto no quadro. Quando se inicia uma nova letra do alfabeto, descem todos para o pátio, aonde a  escreve no chão e realiza atividades de leitura sobre a nova aprendizagem.
Chega finalmente a hora da recreação, os alunos acompanhados da professora, descem para o pátio, eles tem 20 minutos para lanchar e brincar. Na volta para a sala de aula, tem um minuto de silêncio, para relaxamento e continuação da aprendizagem do dia, variando também com atividades de peças de montar educativas, bingos de letras ou números e demais brinquedos pedagógicos.
A educação física é feita uma vez por semana.
No final da aula, as crianças são encaminhadas para a saída com a presença da professora e a retirada pelos pais ou responsáveis legais.




http://ead.uemg.br/mod/resource/view.php?id=3842